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7 de novembro de 2011

Concurso Cultural Televisando o Futuro 2011


Televisando o Futuro é um projeto de responsabilidade social que coloca a força da televisão a serviço da educação. Seu objetivo é promover a reflexão e contribuir para construção da cidadania por meio de reportagens especiais exibidas no Paraná TV 1ª. Edição e Bom Dia Paraná..
Desenvolvido em parceria entre as emissoras RPCTV, Instituto GRPCOM e Secretarias Municipais de Educação, o projeto estimula os estudantes a produzirem ilustrações e textos sobre o tema em discussão. Neste ano,2011, Meio Ambiente é o tema central do projeto, que no período de 01 a 22 de junho abordou as seguintes temáticas: Biodiversidade; Destinação de Resíduos (reciclagem); Água, um bem finito e Mudanças Climáticas.
A participação das escolas municipais neste projeto trouxe muitos benefícios aos alunos e a toda comunidade escolar, visto que, envolveu um número considerável de pessoas preocupadas com as questões relacionadas ao meio ambiente local e que precisam da colaboração da população para alcançar resultados satisfatórios. Tal confirmação veio inicialmente com as reportagens filmadas nas escolas Vinicius de Morais e Jardim União, exibidas nos dias 15 e 22 de junho, abordaram as questões da água e das mudanças climáticas, uma oportunidade que os alunos tiveram para observar e analisar os problemas decorrentes da ação humana na conservação ou destruição do ambiente natural e assim, descobrir que pequenas ações podem ajudar a melhorar a qualidade de vida no planeta Terra.
As nove escolas que aderiram ao projeto participaram enviando trabalhos nas diversas categorias: Redação, Ilustração, Mobilização Social e Transformação Social.


 
 

Dentre os trabalhos enviados temos como classificados:
Ilustração
Aluno: Namôr Souza Menezes
Ano/ turno: ano - tarde
Escola Municipal Profª Analides de Oliveira Caruso

Aluno: Alysson Rafael de Souza Farias
Ano/turno: ano - manhã
Escola Municipal Vinícius de Morais

Aluna: Bruna de Souza Pereira
Ano/turno: ano - manhã
Escola Municipal Professora Analides de Oliveira Caruso

Redação
Aluno: Gustavo Henrique Gonçalves
Ano/turno: série - tarde 
Escola Municipal Carlos Gomes
 
Aluna: Karinny Leal Azevedo
Ano/ turno: série - manhã
Escola Municipal. Jardim União
 
Aluna: Lorena Gonçalves dos Santos
Ano/ turno: série - manhã
Escola Municipal Tempo Integral

PROFESSORA AFIFE FAKER
PRÊMIO TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

ESCOLA MUNICIPAL VINÍCIUS DE MORAIS
PRÊMIO MOBILIZAÇÃO SOCIAL
















QUE TODOS TENHAM UMA EXCELENTE SEMANA!


4 de novembro de 2011

Informática, Educação e Trabalho



Eduardo O C Chaves
Nunca se colocou tanta fé na educação. Nunca se esperou tanto da escola.
Pais de alunos, educadores, políticos, todos concordam que, sem uma educação de qualidade, o Brasil não conseguirá competir de igual para igual em uma economia globalizada, pois os países que possuem profissionais mais bem preparados do que os nossos levarão vantagem sobre nós. Por isso, nosso futuro, como nação, depende da qualidade da educação que oferecermos hoje aos nossos jovens.
E não basta (como antigamente) oferecer educação de qualidade apenas para aqueles que vão ser parte da elite dirigente do país.
Até bem pouco tempo, algumas funções, no mercado de trabalho, podiam ser exercidas por pessoas basicamente analfabetas, porque envolviam atividades repetitivas, que não exigiam delas muito mais do que a capacidade de repetir uma mesma tarefa um sem número de vezes -- como um autômato.
Hoje essas funções repetitivas estão sendo assumidas por computadores e robôs e as pessoas analfabetas ou semianalfabetas estão ficando com cada vez menos opções de emprego.
Dentro do setor produtivo, até mesmo as funções mais simples estão exigindo hoje, dos que as executam, bom nível de conhecimento, capacidade de discernimento e decisão, visão mais ampla. Muitas profissões na área de turismo e entretenimento (que é uma das áreas em que mais cresce a oferta de emprego) exigem não só bom domínio da língua materna mas também conhecimento fluente de duas ou mais línguas estrangeiras. É a globalização redefinindo e enobrecendo funções dentro de um setor que, tradicionalmente, não era muito prestigiado.
A sociedade está mudando muito mais rápido do que a escola. Isso faz com que muitas empresas precisem oferecer aos seus funcionários formação profissional adicional, em complemento à que receberam na escola, para que esses funcionários possam exercer as funções que lhes são atribuídas no nível de competência desejado.
Mas as empresas não continuarão por muito tempo a treinar seus funcionários. Em nossa economia globalizada, vai chegar o momento em que, se uma empresa não encontra funcionários qualificados em um país, muda-se para um outro país onde esses profissionais estejam disponíveis.
Isso quer dizer que a tarefa de formação de um quadro de pessoal qualificado vai finalmente ficar nas mãos da escola mesmo. É por isso que se espera tanto da escola. Para corresponder às expectativas que lhe foram dirigidas, a escola vai precisar oferecer aos seus alunos uma educação de qualidade.
Hoje não podemos ter certeza sobre como será o futuro. Tudo está mudando rápido demais. Profissões tradicionais vão aos poucos desaparecendo ou drasticamente se transformando. Profissões outrora nobres, como a medicina, vão perdendo sua característica liberal, à medida que os seus praticantes vão se tornando assalariados, como funcionários de serviços de saúde públicos ou empregados de grandes empresas privadas de medicina de grupo. Novas profissões surgem a todo momento. Hoje há todo um mercado de trabalho em torno de desenvolvimento de aplicações para a Internet que não existia há cinco anos aqui no Brasil. E é difícil prever o que vai acontecer daqui a outros cinco anos.
Mas se não conseguimos prever o futuro com clareza, como podemos ter uma educação voltada para o futuro?
A chave está em uma educação de base sólida, mas que seja extremamente flexível quanto às opções de especialização e profissionalização. Não sabemos quais especializações serão requeridas em cinco anos. Não sabemos quais profissões serão demandadas daqui a dez anos. Por isso, precisamos de uma educação que, dando uma base sólida aos alunos, lhes permita flexibilidade para optar por novas especializações ou profissões, à medida que estas forem aparecendo.
Uma coisa é certa, porém: as profissões, mesmo na área de humanas, serão cada vez mais afetadas pela tecnologia -- e a tecnologia será a informática. Por isso, uma exigência fundamental para uma educação básica de qualidade hoje é uma boa formação em informática.
Boa formação em informática, entretanto, não quer dizer que todos precisem saber programar, ou entender como funcionam os circuitos digitais do computador. O que é essencial é que todos saibam usar competentemente o computador como ferramenta de produtividade pessoal, dentro e fora do ambiente de trabalho.
Não se concebe mais que médicos, advogados, administradores de empresa, economistas, professores, saiam da Universidade virtualmente analfabetos em termos de tecnologia.
Mas não basta dar a todos os alunos um cursinho "fajuto" de Windows 95 ou Word 97, com material didático improvisado e instrutores que podem entender de informática mas não conhecem com profundidade as áreas em que a informática está sendo aplicada. Precisamos, cada vez mais, de profissionais versáteis na tecnologia mas que mantenham os pés plantados em suas áreas específicas de atuação. Estes são os melhores professores para iniciar os outros à área de informática.
Referência: http://chaves.com.br/TEXTSELF/COMPUT/whorta.htm

05 de novembro: Dia da Cultura e da Ciência



 
 








05 de novembro, o Brasil comemora o Dia da Cultura e da Ciência. A data foi institucionalizada em 15 de maio de 1970 com a Lei nº 5.579 e tem como objetivo estimular a produção de conhecimento científico e expressões culturais em todo o país.
Cultura é o conjunto de costumes, tradições, conhecimentos, instituições e valores partilhados por determinado grupo social que seguem um padrão. São as manifestações intelectuais, sociais e artísticas que caracterizam determinada sociedade.
Ciência (do latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemático. Refere-se ainda à investigação, estudo e descoberta de novos conhecimentos.
Escolas, Faculdades, Instituições e Centros de Cultura em todo o mundo percebem que para se construir uma cultura consolidada e um saber científico valorizado é necessário se investir em educação. A educação deve se pautar em práticas que envolvam ciência e cultura desde os anos inciais.
O escritor Luís Hernandes Matos Leite, imperatrizense, 19 anos, autor de Questionamento Matinal e licenciando em Filosofia pelo Instituto Santo Tomás de Aquino, em Belo Horizonte (MG), fala sobre a importância da data dedicada à Ciência e Cultura. “Este é um dia especialmente dedicado à cultura e à ciência, é a data na qual se comemoraria o aniversário de Ruy Barbosa; uma figura tão significativa para a literatura e a política brasileira. Reservar este dia para celebrar a cultura e a ciência é antes de tudo um convite ao questionamento. Precisamos cultivar em nossas escolas as manifestações próprias do nosso povo”

04 de novembro: Dia do Inventor




"Dom, criatividade, sabedoria, curiosidade... Todas estas são características dos milhões de inventores, conhecidos ou não que, com senso aguçado e vontade de transpor os limites, desenvolvem novos produtos, tecnologias e sistemas que acabam transformando a vida de todas as pessoas".
(ANI - Associação Nacional dos Inventores).
Na segunda metade do século XVIII, as invenções atingiram o máximo, com a Revolução Industrial. Em 1780, James Watt inventou a máquina a vapor, que passou a substituir o trabalho de muitos homens. A Revolução Industrial alterou o caráter da invenção: o inventor, hoje, é geralmente um cientista profissional, contratado por empresas interessadas no aproveitamento de suas pesquisas. A geração da energia elétrica, conseguida após descobertas e invenções, teve como consequência um grande incremento na produção em geral.

Contudo, as invenções importantes aparecem, em geral, quando há, de um lado, uma necessidade social voltada num certo sentido e, de outro, um acúmulo de conhecimentos técnicos e científicos, sobre os quais possa haver um avanço. A união inventor e indústria vem se firmando cada vez mais, pois a indústria precisa de novos processos para se desenvolver e o inventor necessita de meios financeiros para prosseguir em suas pesquisas. As grandes invenções ocorridas desde a Revolução Industrial transformaram-se em produtos que, por sua vez, proporcionaram a instalação de grandes complexos industriais modernos. Mas houve uma coisa que o homem ainda não conseguiu inventar e que lhe faria muito jeito: a maneira de convencer quem decide sua maneira de amar ou de aceitar o mundo.
Fonte: CEDI Câmara dos Deputados
Universidade Federal de Goiás

3 de novembro de 2011

Muito sucesso a vocês: Sabrina e Sara!!!

Até aqui viajamos juntos.
Passaram vilas e cidades, cachoeiras e rios, bosques e florestas...
Não faltaram os grandes obstáculos.
Frequentes foram as cercas, ajudando a transpor abismos...
As subidas e descidas foram realidade sempre presente.
Juntos, percorremos retas, nos apoiamos nas curvas, descobrimos cidades...
Chegou o momento de cada um seguir viagem sozinho...
Que as experiências compartilhadas no percurso até aqui sejam a alavanca para
alcançarmos a alegria de chegar ao destino projetado.
A nossa saudade e a nossa esperança de um reencontro aos que, por vários
motivos, nos deixaram, seguindo outros caminhos.
O nosso agradecimento àqueles que, mesmo de fora, mas sempre presentes, nos
quiseram bem e nos apoiaram nos bons e nos maus momentos.
Dividam conosco os méritos desta conquista, porque ela também pertence a
vocês. Uma despedida é necessária antes de podermos nos encontrar outra vez.
Que nossas despedidas sejam um eterno reencontro.

Obrigada por sua amizade, companheirismo e dedicação!!! Sucesso em sua nova jornada meninas!!! Equipe do NTM - Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal.